Blog do Zonal 2 - Diocese de Caico


Pe. Rômulo Azevedo da Silva - Comentário Quaresmal

QUARESMA, TEMPO DE ENCONTRO E RELACIONAMENTO.

“CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO” (Mc 1,15).

 

Estamos vivendo mais um ano litúrgico, quando o Espírito Santo de Deus nos dá a oportunidade de mergulharmos em todo o mistério e ministério da vida de Jesus. A liturgia é lugar primordial de encontro com o Senhor da vida e da história. A quaresma é uma caminhada, um tempo de meditação; nos prepara e capacita para chegarmos com pés firmes no maior acontecimento de nossa fé, a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Assim, é um tempo nosso, um presente que a sabedoria de Deus criou e nos deu, dentro, vem todo o seu amor e carinho. Não há a menor dúvida de que o Senhor nosso Deus nos criou para a felicidade e nos convida incessantemente para participarmos de sua alegria. Deus é um Ser imensamente feliz; em cada coisa criada, Ele imprimiu a marca de um desejo de contentamento e felicidade; basta olharmos para todo o espetáculo de luzes e cores que nos mostra a natureza e veremos o estrondo da vida que borbulha em todo o universo. É no homem, contudo, que isso se constata de modo mais real e marcante. Nossas vidas são feitas de momentos; estes dependem de nós e de nossas escolhas. Às vezes fico me perguntando o que está faltando para sermos felizes de verdade. Olho para a arte, a música, o teatro, o cinema e para tudo que o homem produz e me questiono; muitas são as querelas que surgem em meu peito também humano. O que será que está acontecendo? Por que não conseguimos o que mais buscamos? É belo ver todo o desejo de paz, amor e felicidade que carregamos em nossas almas, todos os sonhos que projetamos naquilo que criamos. Como não nos emocionarmos ao vermos cenas de filmes e novelas, músicas que mais parecem um espetáculo do próprio universo e crianças que ainda brincam e se encantam com as ondas do mar e com as promessas dos adultos. Tudo isso me faz acreditar em um mistério maior do que nós e de nossas capacidades físicas e intelectuais. Jamais chegaremos a ver um pouco do que foi preparado para nós se não nos colocarmos a caminho, jamais chegaremos se não enfrentarmos os desafios, perigos e emoções da jornada. A quaresma é este convite, que quer nos dizer que não veremos nada se dentro de nós não houver uma pré disposição para  o encontro com tudo que não só faz parte de nós, mas é nosso; ou melhor, somos tudo isso. Então como viver bem este tempo, esta jornada? É claro que não viveremos bem se não entendermos bem a premissa filosófica há muito conhecida: “ninguém ama aquilo que não conhece”. Que Deus abra nossos corações para podermos entender um pouco mais. A quaresma só pode ser entendida e vivida à luz do Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição, de Jesus. A Páscoa é a festa batismal da Igreja. No Cristo morto e ressuscitado, ela celebra o novo nascimento dos que são batizados e renova a Aliança batismal dos que já foram mergulhados nas águas da nova vida. Para esta festa a Igreja se prepara com a penitência.

 PENITÊNCIA

Não podemos esquecer que a penitência não é uma lista de práticas nocivas ao nosso corpo, alma e até saúde; penitência é, antes de tudo, a nossa disposição de encontrar Deus e todo o seu mundo de amor e felicidade. Não é viver práticas externas somente; isto é fácil e pouco para uma inteligência tão complexa quanto a nossa; somos capazes de realizar coisas sem que estas nos toquem por dentro. A penitência quer transformar, fazer ver, levar-nos a um sentir que algo pode acontecer, que somos capazes de acolher ou renunciar a algo para nos tornarmos mais capacitados de experimentar uma realidade mais especial, concreta e fértil para nossas vidas. Será que uma pessoa que não sabe andar de bicicleta experimentará o sabor de ter uma experiência a mais do que quem já aprendeu a pedalar? Assim, penitência é um exercício que realmente toca na realidade de cada um; por isso, cada pessoa deve, se conhecendo, escolher livremente o que oferecerá ao Senhor como pedido, oferta e desejo de crescimento; é o lugar onde nós deixamos nossos próprios interesses e nos voltamos para Deus ( busquemos a Palavra de Deus – Joel 2, 12-18 ).

 EXERCÍCIOS QUARESMAIS

 No Evangelho de quarta-feira de Cinzas a Igreja nos proporciona uma profunda meditação sobre os exercícios da quaresma. Todos estes querem nos conduzir a uma real conversão. Este é o grande apelo e chamado da quaresma. A finalidade da vida de cada cristão é ser como o Mestre Jesus, santo e agradável ao Pai. Conversão não é viver uma vida de anjo, super-héroi ou extra-terrestre; santidade é nossa humanidade trabalhada à luz da pessoa de Cristo. Converter-se é mudar de direção, de perspectiva, de modo de vida, buscando tudo que nos ajuda a viver a proposta que escolhemos para nós. O atleta não deixa de comer ou fazer tudo que possa comprometer sua capacidade física e emocional? Assim também devemos ser em nossa vida espiritual. Mateus nos apresenta uma síntese , o programa destes exercícios de e para a conversão, oração, jejum e esmola ( Cf Mt 6,1-8.16-18):

ORAÇÃO: Toda a nossa vida deveria ser uma oração, ou seja, uma comunicação com o divino em nós. A oração constitui uma abertura para Deus, para o próximo e para o mundo, a criação. A oração é também lugar de encontro com a verdade mais profunda na qual fomos criados; a verdade que somos nós mesmos. Orar é comunicar-se com o criador e Senhor de todas as coisas para, n’Ele e com Ele, descobrirmos o sentido da vida e de todo o nosso ser. Na oração descobrimos quem somos, quem é o outro, o que é o universo e quem é, na verdade, Deus. Se os homens e as mulheres da terra orassem  mais o mundo não estaria pedindo socorro das mais variadas maneiras. Quem não reza não cresce, não se conhece e não sabe o que está fazendo aqui ou qual seu papel no mundo e na sociedade; torna-se uma pessoa vazia e lunática, ferida e feridora, andando pra frente e pra trás buscando satisfações pessoais e individuais, egoístas, sem uma mínima preocupação com o planeta ou seus habitantes. Orar é uma questão de vida ou de morte.

JEJUM: Se a oração atinge o relacionamento do homem com Deus, o jejum o celebra com os bens criados na virtude da esperança. No seu relacionamento com a natureza o homem é chamado a ser livre, a ser senhor da criação e co senhor de si mesmo. O jejum não vale pelo que é nem pelo que acontece materialmente, biologicamente, fisicamente ou socialmente; vale pelo que significa. Jejuar não é fazer ou deixar de fazer coisas, é mais do que escolhas, é um encontro com nosso universo interior. Jejuar é abster-se de alguma coisa (comida, bebida, gestos , hábitos etc), é estabelecer o correto relacionamento de nossas vidas com tudo que a criação coloca em nossas mãos, é atitude de liberdade e de respeito para com tudo e nós mesmos, é uma luta contra mil maneiras de nos tornarmos escravos, é abrir espaço para nós mesmos, é encontro com nosso eu mais profundo. Quando estou jejuando estou dizendo a mim mesmo que sou capaz de adequar-me a um mistério que é maior que eu.

ESMOLA: A esmola celebra o relacionamento do homem com o seu próximo, na virtude da caridade. Dar esmola, na tradição cristã, significa dar de graça, sem interesse de receber de volta; dar sem egoísmo, sem esperar recompensa; com paixão (compaixão). O cristão, na esmola, tem a oportunidade de experimentar o gesto do criador que de muitas maneiras se doou a cada um de nós. Não é simplesmente ir até a nossa feira e tirar dela um pacote de macarrão e ofertar a alguém; é dar-se nas pequenas coisas, no que o outro precisa e não apenas no que nos sobra. Na esmola, a Igreja nos convida a repetir o grande sinal do Mestre que viveu segundo uma doação gratuita. Não é só bens materiais, mas o tempo, o interesse, as qualidades, o serviço, o acolhimento, a aceitação etc. A Igreja sabe que uma esmola não vai resolver os problemas sociais e humanos que nos cercam, até porque o ser humano, no fundo, não precisa de esmolas e sim de presença, e sabe também que é pelo que a esmola significa que ela vai  ajudar a uma verdadeira promoção humana. Não a quantia que importa, mas o gesto, ou o que o rito da esmola quer nos mostrar. Esmola é encontro de pessoa com pessoas, de um coração com outros corações.

FELIZ QUARESMA

Depois de termos visto estas dicas tão importantes podemos viver melhor este tempo de graça que Deus preparou para todos nós. Nosso objetivo não foi escrever um tratado, não há aqui nada de novo, somente  colocamos em palavras simples a espetacular riqueza do nosso tesouro da fé. Desejo que todos os meus irmãos e paroquianos tenham uma santa e abençoada quaresma. Que Deus e seu Espírito de Amor nos conduza. AMÉM!



Escrito por Pastoral da Comunicação às 12h54
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Pe. Henrique Soares - Homilia Dominical

COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO DOMINGO

 

 

3º Domingo da Quaresma – Ano B - Ex 20,1-17; Sl 18; 1Cor 1,22-25; Jo 2,13-25

Comecemos pela primeira leitura a nossa meditação da Palavra de Deus para este Domingo. Que nos apresenta o Livro do Êxodo? As Dez Palavras, os Mandamentos de Torah. A palavra “mandamento” tem, hoje um significado antipático. Não gostamos de mandamentos, de normas, de preceitos. No entanto, para um judeu – e também para um cristão -, os preceitos, os mandamentos do Senhor, são uma bênção, um sinal de carinho paterno de Deus, que se volta para nós e nos abre o seu coração, falando-nos da vida, mostrando-nos o caminho, iluminando a direção da nossa existência. Foi com esse sentido que o Senhor nosso Deus deu a lei, revelou os preceitos a Israel. A Lei não deveria ser vista como um feixe pesado e opressor de proibições, mas como setas que apontam para o caminho da vida e nos fazem descansar no coração de Deus. O próprio termo hebraico torah, que traduzimos por Lei, significa, na verdade instrução. Na Lei, na Instrução, Deus nos fala da vida porque deseja conviver com o seu povo. Sendo assim, os preceitos são uma bênção! O profeta Baruc afirma isso com palavras comoventes: Escuta, Israel, os mandamentos da vida; presta ouvidos, para conheceres a prudência. Por que Israel, por que te encontras na terra dos teus inimigos, envelhecendo em terra estrangeira? É porque abandonaste a fonte da Sabedoria. Ela é o livro dos preceitos de Deus, a Lei que subsiste para sempre: todos os que a ela se agarram destinam-se à vida, e todos os que a abandonam perecerão. Volta-se, Jacó, para recebê-la; caminha para o esplendor, ao encontro de sua luz! Não cedas a outrem a tua glória, nem a um povo estrangeiro os teus privilégios. Bem-aventurados somos nós, Israel, pois aquilo que agrada a Deus a nós foi revelado” (Br 3,9-10.12; 4,1-4). Eis, pois, o que são os mandamentos: uma luz, um caminho de liberdade, porque nos faz conhecer o coração de Deus e os seus sonhos para nós. Viver na Palavra de Deus, mergulhar nos seus preceitos é viver o seu sonho para nós, é ser livre, maduro e feliz. Por isso o Salmista, hoje, canta: “A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes. Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. O mandamento do Senhor é brilhante, para os olhos é uma luz. suas palavras são mais doces que o mel, que o mel que sai dos favos!” E, no entanto, Israel violou a Lei de Deus, fechou-se para os preceitos do Senhor... E por quê? Porque não basta seguir um feixe de regras e normas para agradar a Deus. A Lei somente tem sentido se for vivida como uma relação de amor. Olhai bem como começa o Decálogo: “Eu sou o Senhor teu Deus que te tirou do Egito, da casa da escravidão. Não terás outros deuses diante de mim”. Aqui está já dito tudo: por lado Deus, apaixonado, fiel, amoroso: tirou o seu povo da miséria de suas escravidões. Por outro lado, o povo: de quem ele espera um coração totalmente dedicado ao seu Deus: “Não terás outros deuses diante de mim!” É esta relação de amor que Israel quebrou, contentando-se muitas vezes com um legalismo vazio e frio. A imagem dessa situação, vemo-la no Evangelho de hoje: o Templo, lugar do encontro de Deus com o seu povo, transformado numa espelunca, numa casa de comércio, um lugar de prostituição do coração, de idolatria É idolatria a ganância, é idolatria a impiedade, é idolatria reduzir a religião a um negócio lucrativo, é idolatria pensar que se pode manipular Deus com um dízimo, com um rito ou com um volume da Bíblia! O Senhor previne: “Eu sou o Senhor vosso Deus que não aceita suborno!” (Dt 10,17) Por isso Jesus age de modo tão violento: Fez um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. Disse aos que vendiam pombas: ‘Tirai isso daqui! Não façais da Casa de meu Pai uma casa de comércio!’” que significa este gesto de Jesus? É uma pregação pela ação, uma ação profética, uma ação, um gesto que  vale por uma pregação. Jesus está revelando a santa ira de Deus contra o seu povo... Hoje em dia, com uma mania boboca de sermos politicamente corretos (coisa que nunca assentará num cristão), ficamos escandalizados com um Deus que se inflama de ira, com um Jesus que deveria ser mansinho, bonzinho, tolinho, aguadozinho, insossinho, e aparece, no entanto, firme, forte, radical... e irado! Esse é o Jesus de verdade: surpreendente, desconcertante! Sua ira nos previne no sentido de que não podemos brincar com Deus, não podemos fazer pouco dele! Correremos o risco de perdê-lo, de sermos rejeitados do seu coração! Em outras palavras: a conversão é uma exigência fundamental para quem deseja caminhar com Deus, sendo discípulo do Filho Jesus! Mas, os judeus, ao invés de compreenderem isso, com cinismo criticam Jesus e pedem-lhe um sinal: “Que sinal nos mostras para agir assim?” Vede bem, caríssimos: quando a infidelidade é grande, quando o nosso coração habituou-se no mal, corremos o risco de sermos tomados de tal cegueira, de tal dureza de coração, que já não vemos nem com a Luz! Jesus é a luz que brilha claramente. Sua atitude dura, recorda aos judeus o amor de Deus que foi traído, a Lei que foi deturpada, e eles ainda pedem por sinais... Jesus dá um sinal, terrível, decisivo: “Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei”. Que significa isso? “Estais destruindo este Templo? Ele é um sinal, é um símbolo profético: ele é o lugar no qual o homem pode encontrar Deus, ele é imagem do meu corpo. Pois bem! Vós violastes a aliança, destruístes o sentido da relação com Deus: continuais, pois a destruir este Templo. Mas em três dias eu o erguerei para sempre: vai passar a imagem, virá o Templo indestrutível, o lugar onde um novo povo poderá para sempre encontrar Deus: o meu corpo morto e ressuscitado!” Eis o sinal, surpreendente, escandaloso: à infidelidade do seu povo, Deus responde entregando o seu Filho e fazendo dele o lugar da salvação e da graça, da vida e da vitória da humanidade! É o que São Paulo nos diz na segunda leitura deste hoje: “Os judeus pedem sinais, os gregos procuram sabedoria; nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e insensatez para os pagãos”. O sinal que Deus apresenta para Israel, o remédio que Deus preparou para curar a violação da Lei é o seu Filho crucificado, morto e ressuscitado! Caríssimos, olhemos para nós, o Novo Povo de Deus, o Povo nascido da morte e ressurreição de Cristo. Não somos mais obrigados a cumprir os detalhados preceitos da Lei de Moisés mas, somos convidados a olhar o Crucificado, cujo corpo macerado é o lugar do perdão e do encontro com Deus, o lugar da nova e eterna Aliança... olhando o Crucificado, ouçamos, mais uma vez, como Israel: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair da casa da escravidão, da miséria do pecado e da morte, da escuridão de uma vida sem sentido! Eu te dei o meu filho amado! Não terás outros deuses diante de mim!” Compreendeis, irmãos? Os preceitos do Antigo Testamento passaram; não, porém, a exigência de um coração todo de Deus, um coração que o ame, um coração sem divisão! E, para nós, a exigência é ainda maior, porque Israel não tinha ainda visto até onde iria o amor de Deus; quanto a nós, sabemos: “Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Caríssimos em Cristo, convertamo-nos! Ergamos os olhos para o Crucificado, “Poder de Deus e Sabedoria de Deus”, e mudemos de vida! Que nossa fé não seja fingida, superficial, descomprometida; que nossa religião não seja simplesmente uma prática fria e sem desejo de real conversão ao Senhor nosso! Crer de verdade exige que nos coloquemos debaixo do preceito de amor do Senhor! Estejamos atentos à advertência final e tremenda do Evangelho de hoje: “Vendo os sinais que Jesus realizava, muitos creram no seu nome. Mas Jesus não lhes dava crédito, pois conhecia a todos... conhecia o homem por dentro”. - Ah, Senhor Jesus! Tem piedade de nós! Converte-nos a ti e, depois, olha o nosso coração convertido e dá-nos a tua salvação! Piedade, Senhor! Na tua misericórdia infinita, conduze-nos às alegrias da Páscoa! A ti a glória, Cristo-Deus, pelos séculos dos séculos! Amém.

Fonte: http://www.padrehenrique.com



Escrito por Pastoral da Comunicação às 11h08
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Lagoa Nova-RN

Paróquia de São Francisco lança sua logomarca oficial

A Paróquia de São Francisco de Assis - Lagoa Nova, RN, passa a ter uma logomarca oficial a partir deste domigo dia 15 de março. A logomarca foi criada pelo seu administrador paroquial, Pe. Rômulo Azevedo da Silva, tendo a montagem do Design  Odilon da Gráfica Villar (Parelhas, RN) e a tela em óleo que será apresentada a comunidade foi pintada pelo artista Antônio Gonzaga (o mesmo pintor dos outros dois quadros da Matriz). A logomarca apresenta os seguintes significados:

· A cruz dourada: a glória de Deus e da Trindade Santa representada na mesma cruz que apresenta seus braços com três bordas cada um. É Jesus imagem plena e manifestação total do amor do Pai e da Trindade Santa.

· No centro da Cruz a Eucaristia: Ponto culminante na vida da Igreja, a Eucaristia sustenta a Igreja e a Igreja faz a Eucaristia, nela Céu e terra se abraçam para a salvação de toda a criação. Não podemos esquecer que a Eucaristia era profundamente amada e adorada por São Francisco.

· O azul: quer nos falar da água da lagoa nova, que deu nome a cidade, o azul do céu de nossa terra e a devoção a Maria Santíssima, mãe de Jesus e de toda a Igreja.

· Os Brasões do Vaticano e da Diocese de Caicó: Para não esquecermos que a Paróquia é uma pequena parte da Igreja Particular de Caicó e que todos nós devemos viver uma plena comunhão com a Igreja no mundo todo e sua cabeça visível aqui na terra, o Papa com os bispos.

· A faixa verde: Representa o verde da baraúna, onde foi celebrada a primeira missa, o verde dos cajueiros, motor principal da economia da cidade e o verde do nosso próprio país.

· A data em branco: É a data de criação da paróquia, e nos quer lembrar que a missão da Paróquia é construir paz no encontro com a Pessoa de Jesus Cristo.

· São Francisco: Colocamos a própria imagem do padroeiro pelo valor que tem para a devoção popular do povo e nos fazendo ver a importância da história e cultura da cidade de Lagoa Nova e da  própria Paróquia. A Imagem do padroeiro é ponto central da vida deste povo.

 

Muito obrigado e que Deus conduza a todos nós.



Escrito por Pastoral da Comunicação às 11h26
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Zonal 2

Reunião do clero realiza-se em Currais Novos

 

Na última terça-feira 10/03, realizou-se no Centro de Integração e Ação Comunitária (CIAC) de Currais Novos-RN, a 2ª Reunião do Clero Diocesano de Caicó. A grande novidade para este ano de 2009 foi o resgate das reuniões em nível de zonal – já que esta experiência havia sido realizada no Governo Diocesano de Dom Heitor de Araújo Sales (1978-1993) – bem como, a implantação de um momento cultural e de lazer para os clérigos. Deste modo, a Reunião do Clero foi dividida em dois momentos:

- Pela manhã, como de costume, a reunião foi iniciada com a oração do Ofício das Leituras. Em seguida, Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap., Bispo Diocesano, falou a respeito do Tempo da Quaresma e fez suas comunicações. Após um breve intervalo, aconteceram as comunicações paroquiais e diocesanas; e a Ir. Maria de Jesus Messias, CNSB, expôs uma síntese do Texto Base do Ano Catequético. Este primeiro momento foi concluído com a distribuição do Anuário Diocesano 2009 aos clérigos e com o almoço de confraternização.

- Pela tarde, Dom Delson, alguns presbíteros e as Irmãs de Belém, fizeram uma visita à Mina Brejui, situada a cerca de 10 Km da cidade de Currais Novos-RN. Lá visitaram a Igreja de Santa Teresa d’Ávila e, em seguida, foram recebidos calorosamente por um grupo de meninas que apresentaram a peça do Pastoril. O Encontro teve seu desfecho com a visita ao Museu do Memorial Tomás Salustino.



Escrito por Pastoral da Comunicação às 10h51
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